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A impressão 3D chega à moda sem rigidez

| Por: Redação
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A aplicação da impressão 3D à moda sai da rigidez. A empresa Electroloom dá um passo à frente e deixa para trás os vestidos de nylon duros e conjuntos de plástico. Em fase de testes, a nova tecnologia permite criar roupas com um "tecido" digital que apresenta fluidez. O desenvolvimento das peças sem costura tem o "alinhavo" na tela do computador e exige dos usuários algumas habilidades simples em programas de modelagem tridimensional antes de dar início ao processo de fabricação.

A tecnologia concentra a produção em uma única etapa ao converter soluções líquidas em fibras sólidas depositadas sobre um molde 3D. O processo denominado Field Guided Fabrication ou FGF consiste, essencialmente, em um campo elétrico dentro da câmara da máquina que orienta as fibras a unirem-se sobre o molde. O protótipo trabalha com a mistura de algodão e poliéster personalizado para a construção de ligações intrincadas que permitem dobras e movimento, como um outro tecido qualquer.

Fundada pelo americano Aaron Rowley, a Electroloom tem sede em São Francisco, Califórnia, e muitos desafios a superar. Entre eles, o uso da cor. A empresa com foco na produção sustentével por reduzir a quantidade de energia empregada em uma peça de roupa, antecipa o objetivo de produzir tecidos coloridos em um único clique. Outra medida é disponibilizar um banco de dados on-line com modelos para execução como camisetas, saias, camisolas e gorros. Até o final deste ano, quando acontece o lançamento da máquina no mercado, a lista de peças minimalistas prontas para impressão pode ser bem mais diversa.

Serviço: Electroloom